Coluna Seabra Neto

Publicitários fazem balanço de 2017 e dizem o que esperam para 2018

22 nov 2017 por Seabra Neto

Como acontece todos os anos, a partir de hoje, a coluna vai trazer depoimentos exclusivos de alguns publicitários que fazem a propaganda pernambucana acontecer. O espaço é um canal aberto para que esses profissionais possam falar sobre os fatos e acontecimentos que marcaram o mercado publicitário em 2017 e quais são as expectativas para o próximo ano. Hoje vocês acompanham as opiniões de Jussara Freire, sócia fundadora da Martpet, e Carlos Renato, ex-Arcos e sócio fundador da recém-criada agência Match Comunicação.

FIZEMOS A NOSSA LIÇÃO DE CASA E UM NOVO MODELO OPERACIONAL – O ano de 2017 começou sem muitas expectativas depois de dois anos de muitas incertezas. Fizemos a nossa lição de casa, a começar por um novo modelo operacional, mais enxuto, dinâmico e multifuncional, tirando proveito de novos ensinamentos que a tecnologia nos proporciona. Eliminamos o fax (risos) e nossa máquina imprime, copia, escaneia e prega botão. Com isso, aceleramos processos de forma a atender nossas três unidades em Recife, João Pessoa e Fortaleza. Com inovações na gestão, estamos galgando resultados positivos e esperamos um 2018 na mesma proporção. O modelo tradicional de agência está, definitivamente, ultrapassado. A remuneração não comporta as ilhas departamentais. E não comporta salto alto nem saia justa. É arregaçar mangas e correr para o abraço. (Jussara Freire – sócia fundadora da Martpet Comunicação)

OPORTUNIDADES PARA UM ANO MELHOR E MAIS PRODUTIVO –  O ano de 2017 foi o mais difícil para a economia brasileira, em especial para o mercado publicitário. Mas já dá para notar o início de uma reação, com anunciantes mais motivados e estimulados a retomar o crescimento. Para mim, foi também um ano de grandes mudanças. Inaugurei uma nova agência, a Match, com uma carteira de clientes que já eram parceiros de longas datas, mas também com novos clientes. Um desafio que temos encarado com muita motivação e confiança. Por tudo isso, acredito que 2018 será um ano para consolidar a recuperação do nosso mercado e do nosso negócio, que vem se transformando completamente, sobretudo na última década. Vejo que é hora de acreditar e arregaçar as mangas. Teremos Copa do Mundo, eleições e muitas outras oportunidades para fazer um ano melhor e mais produtivo.  (Carlos Renato – sócio fundador da Match)

 

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